
A notícia do afastamento do Partido dos Trabalhadores (PT) da prefeitura de Salvador deixou o clima tenso, nesta quarta-feira (09/04), na Câmara Municipal, entre os vereadores petistas e aqueles filiados ao PMDB.
Tudo começou quando o líder do governo, vereador Sandoval Guimarães (PMDB), em seu pronunciamento, acusou o PT de traição à administração do prefeito João Henrique. “Hoje, a cidade amanheceu como num pesadelo, pois o partido da estrela entregou as quatro secretarias que ocupava e também as centenas de cargos diretivos. O PT não saiu do governo, como informam as notícias, mas traiu um governo que sempre foi um companheiro leal”. Sandoval não poupou ataques ao PT, afirmando que, no partido, estrelas individuais buscam ofuscar o brilho da constelação. “Existe uma divisão interna e prevaleceu a ambição daqueles que querem ser prefeito de Salvador”. O líder do governo ainda citou uma matéria publicada, nesta quarta-feira, no blog do ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu, onde o militante petista critica a decisão do partido em lançar candidatura própria para concorrer à prefeitura de Salvador.
A presidente do Diretório Municipal do PT, vereadora Vânia Galvão, rebateu as críticas ao seu partido argumentando que o afastamento da prefeitura foi uma decisão política, garantida em um regime democrático. “Exigimos respeito, pois não somos traidores. Quem fala isto está desesperado, pois sabe da importância que temos na vida política”. Questionada sobre o pronunciamento de José Dirceu, Vânia ressaltou que o comentário foi uma posição pessoal do ex-chefe da Casa Civil e não uma opinião do partido.
O vereador Silvoney Sales (PMDB) usou um tom sarcástico para comentar o fim do apoio do PT. “Centenas de petistas que trabalhavam na prefeitura estão agora desempregados. Para onde eles irão?”.
Ainda na sessão desta quarta-feira, Vânia Galvão também criticou a atitude do prefeito João Henrique de colocar policiais militares na entrada do prédio da Secretaria Municipal da Saúde, para impedir o acesso dos ex-funcionários, que haviam ido buscar objetos de uso pessoal. “Fomos tratados como marginais. Em nome do partido, me solidarizo com o ex-secretário Carlos Trindade”.
Tentando acalmar os ânimos, o vereador Virgílio Pacheco (PPS) aconselhou a Vânia Galvão a não responder aos ataques feitos pelos governistas. “A melhor atitude contra uma administração truculenta e intolerante como esta é o silêncio”.
Tudo começou quando o líder do governo, vereador Sandoval Guimarães (PMDB), em seu pronunciamento, acusou o PT de traição à administração do prefeito João Henrique. “Hoje, a cidade amanheceu como num pesadelo, pois o partido da estrela entregou as quatro secretarias que ocupava e também as centenas de cargos diretivos. O PT não saiu do governo, como informam as notícias, mas traiu um governo que sempre foi um companheiro leal”. Sandoval não poupou ataques ao PT, afirmando que, no partido, estrelas individuais buscam ofuscar o brilho da constelação. “Existe uma divisão interna e prevaleceu a ambição daqueles que querem ser prefeito de Salvador”. O líder do governo ainda citou uma matéria publicada, nesta quarta-feira, no blog do ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu, onde o militante petista critica a decisão do partido em lançar candidatura própria para concorrer à prefeitura de Salvador.
A presidente do Diretório Municipal do PT, vereadora Vânia Galvão, rebateu as críticas ao seu partido argumentando que o afastamento da prefeitura foi uma decisão política, garantida em um regime democrático. “Exigimos respeito, pois não somos traidores. Quem fala isto está desesperado, pois sabe da importância que temos na vida política”. Questionada sobre o pronunciamento de José Dirceu, Vânia ressaltou que o comentário foi uma posição pessoal do ex-chefe da Casa Civil e não uma opinião do partido.
O vereador Silvoney Sales (PMDB) usou um tom sarcástico para comentar o fim do apoio do PT. “Centenas de petistas que trabalhavam na prefeitura estão agora desempregados. Para onde eles irão?”.
Ainda na sessão desta quarta-feira, Vânia Galvão também criticou a atitude do prefeito João Henrique de colocar policiais militares na entrada do prédio da Secretaria Municipal da Saúde, para impedir o acesso dos ex-funcionários, que haviam ido buscar objetos de uso pessoal. “Fomos tratados como marginais. Em nome do partido, me solidarizo com o ex-secretário Carlos Trindade”.
Tentando acalmar os ânimos, o vereador Virgílio Pacheco (PPS) aconselhou a Vânia Galvão a não responder aos ataques feitos pelos governistas. “A melhor atitude contra uma administração truculenta e intolerante como esta é o silêncio”.
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